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Dia Mundial da Consciencialização da Violência contra a Pessoa Idosa assinala importância da proteção e dignidade na terceira idade

Assinala-se este dia 15 de junho o Dia Mundial da Consciencialização da Violência contra a Pessoa Idosa, uma data instituída pelas Nações Unidas com o objetivo de alertar a sociedade para as diferentes formas de violência, abuso, negligência, discriminação e maus-tratos que continuam a afetar milhões de pessoas idosas em todo o mundo.

 

A efeméride pretende sensibilizar cidadãos, famílias, profissionais, instituições e entidades públicas para a necessidade de promover uma cultura de respeito e valorização da população sénior, combatendo situações que muitas vezes permanecem invisíveis e silenciosas. A violência contra as pessoas idosas pode assumir diversas formas, desde a agressão física e psicológica até ao abuso financeiro, ao abandono e à negligência, comprometendo a qualidade de vida e a dignidade de quem envelhece.

 
 

Na região Norte de Portugal, a Comissão de Proteção ao Idoso (CPI) tem desempenhado, ao longo dos últimos anos, um papel fundamental na defesa dos direitos das pessoas idosas, desenvolvendo ações de sensibilização, acompanhamento, apoio e intervenção junto de casos sinalizados. O trabalho realizado tem contribuído para aumentar a consciencialização da comunidade sobre esta problemática, promovendo uma rede de proteção que envolve instituições, autarquias, forças de segurança, profissionais de saúde e entidades sociais.

A atuação da CPI tem permitido não só identificar situações de vulnerabilidade, mas também reforçar mecanismos de apoio e prevenção, procurando garantir que cada pessoa idosa possa viver com segurança, autonomia e bem-estar. Através de campanhas informativas, iniciativas de proximidade e do trabalho em rede, a comissão tem sido uma voz ativa na promoção de uma sociedade mais inclusiva e atenta às necessidades da população envelhecida.

 
 

Neste Dia Mundial da Consciencialização da Violência contra a Pessoa Idosa, renova-se o apelo à reflexão e ao compromisso coletivo para a construção de uma sociedade mais justa, humana e solidária. Porque envelhecer com segurança, dignidade, respeito e felicidade não é apenas um desejo, mas um direito fundamental que deve ser assegurado por todos.

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