Eleições legislativas 2022: Vieirenses Neli Pereira e Paulo Miranda candidatos pelo CDS-PP

O Conselho Nacional do CDS-PP aprovou as suas listas de candidatos a deputados nas eleições legislativas de 30 de janeiro em dezembro do ano passado.

 
cds pp

De acordo com os critérios de escolha dos candidatos a deputados, aprovados no final de novembro, cabe à direção escolher os cabeças de lista pelos círculos eleitorais do continente, os candidatos pelos círculos da Europa e de Fora de Europa, além da segunda, terceira e quarta posições da lista por Lisboa e da segunda e terceira pelo Porto.

 
 

Os restantes candidatos são indicados pelas respetivas distritais e no caso da Madeira e Açores a escolha é das estruturas regionais.

O presidente do CDS-PP, Francisco Rodrigues dos Santos, encabeça a lista por Lisboa, contando com o ex-líder José Ribeiro e Castro como “número dois”, a arquiteta e vogal da Comissão Política Nacional Margarida Bentes Penedo na terceira posição e o líder da Juventude Popular, Francisco Camacho, na quarta.

 
 

No Porto, a cabeça de lista é a advogada e membro do Conselho Nacional Filipa Correia Pinto, com o coordenador autárquico do partido, Fernando Barbosa, a ocupar a segunda posição.

Em Braga, a escolha recaiu sobre o ex-deputado José Paulo Areia de Carvalho, que conta com dois candidatos de Vieira do Minho, no décimo segundo lugar, Neli Mota Pereira e como terceiro candidato suplente Paulo Miranda.

 

Em Setúbal, o CDS apresenta como cabeça de lista a porta-voz do partido, Cecília Anacoreta Correia, em Aveiro, o presidente da Câmara de Albergaria-a-Velha, António Loureiro, e em Leiria, o coordenador do gabinete de estudos, António Galvão Lucas.

A lista pelo círculo eleitoral de Castelo Branco é encabeçada por Maria Inês Moreira, a de Santarém pelo vice-presidente Pedro Melo e a de Coimbra por Jorge Alexandre Almeida.

 

Na declaração aos jornalistas, o líder centrista realçou que as listas são pautadas “pelo mérito, pela abertura à sociedade civil e pela renovação de protagonistas” e “revelam a moralização da vida política que o CDS defende”, acrescentando que deve ser evitada “a eternização dos políticos nos seus lugares”.

Segundo relataram à Lusa fontes que estiveram presentes na reunião do Conselho Nacional, o presidente do CDS-PP considerou que a escolha dos candidatos é um “processo difícil e doloroso” e apontou que houve opções que “foram mais pacíficas, outras nem tanto”.

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