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Escolas da Póvoa de Lanhoso levam a garra de Maria da Fonte à 2.ª Bienal de Vila do Conde

Escolas do Agrupamento de Escolas Gonçalo Sampaio e da EPAVE participaram na segunda edição deste evento, que decorreu no passado dia 27 de março, dia dedicado ao Teatro.

 

Sob o mote “O Teatro é para todos!”, as escolas da Póvoa de Lanhoso, em conjunto com o Agrupamento de Escolas Terras do Ave, de Vila Nova de Famalicão, o Agrupamento de Escolas de S. Bento de Vizela, o Agrupamento de Escolas D. Manuel de Faria e Sousa de Felgueiras e o Conservatório de Música, Teatro e Dança de Vila do Conde, apresentaram duas performances artísticas alusivas à figura identitária da Maria da Fonte, desenvolvidas no contexto escolar no âmbito do Projeto Cultural de Escola, de ambas as escolas.

 
 

Nesta edição da Bienal, foi proposto como tema transversal a pergunta: “E em Vez do Medo?”, que pretende ser uma reflexão alargada sobre a forma como enfrentamos o medo.

Inserido no Plano Nacional das Artes, este evento está a decorrer desde setembro de 2025, terminando este mês. O foco é, novamente, a programação artística e cultural para e com a infância e a juventude.

 
 

No âmbito desta participação, esteve patente a exposição itinerante “Maria da Fonte”, do Centro Interpretativo Maria da Fonte, que deu a conhecer ao público a história e o legado desta figura emblemática da identidade e da memória coletiva do concelho da Póvoa de Lanhoso.

Agrupamento de Escolas Gonçalo Sampaio

 

A participação deste Agrupamento ficou a cargo das alunas do 9.º C e do clube de poesia Ganhar Asas que apresentaram a performance “O meu lugar de existir”, em homenagem à Maria da Fonte. Esta iniciativa incluiu dança, a música e a poesia.

EPAVE

 

As alunas desta escola deram vida a uma coreografia também inspirada na Maria da Fonte, símbolo de coragem, força e intervenção. Foi um momento marcante onde a dança se afirmou como expressão de identidade, memória e futuro.

No ano em que se celebram os 180 anos da Maria da Fonte é inspirador ver como esta heroína consegue saltar dos livros de história para o palco através da energia dos jovens. A participação das escolas da Póvoa de Lanhoso na 2.ª Bienal da Cultura e Educação de Vila do Conde não foi apenas uma apresentação escolar, mas um exercício de identidade e cidadania.

 

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