Legislativas 2022: PSD prefere baixar carga fiscal para gerar mais crescimento económico

O estado de degradação e carência de acessibilidades, a sobrecarga da carga fiscal, o excesso de burocracia e o atraso do Estado nos pagamentos foram os principais problemas denunciados por empresários e dirigentes da Associação Empresarial do Vale do Homem, em reunião com o candidato a deputado Carlos Cação, membro da candidatura do PSD pelo distrito de Braga à Assembleia da República.

 
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“São problemas transversais aos diferentes setores da economia. Como assumem o PSD e o Dr Rui Rio, é urgente mudar e resolver estes obstáculos, de forma a lançar o país para um crescimento mais forte, duradouro, sustentável e que recupere Portugal do atraso em que voltou a ser colocado pelo atual governo PS”, defendeu Carlos Cação.

 
 

Num programa de visitas a várias empresas do concelho de Vila Verde, em que foi acompanhado pela presidente da Câmara Municipal, Júlia Fernandes, o candidato social-democrata comprovou as barreiras ao desenvolvimento económico e à competitividade do território devido a acessibilidades prometidas pelo Estado, mas que nunca foram cumpridas.

As variantes ao parque industrial de Oleiros e à sede do concelho – com ligação à área de expansão empresarial de Gême – estão no centro das atenções e têm merecido sucessivas manifestações de protesto do Município e outras instituições do concelho.

 
 

É uma luta a que vou dar particular atenção, sendo eleito como deputado”, comprometeu-se Carlos Cação, que lamentou ainda o agravamento dos custos de contexto e dos impostos, assim como os atrasos do Estado nos pagamentos devidos, “ainda para mais em tempo de pandemia”, conforme sublinharam os dirigentes da AEVH.

Menos impostos e mais crescimento

 

Depois de um domingo em que o distrito de Braga garantiu a Rui Rio a maior mobilização popular desta campanha para as eleições legislativas, Carlos Cação mostrou-se confiante que a vitória do PSD e Rui Rio no próximo domingo permitirá abrir “uma nova página de desenvolvimento para Portugal, com mais crescimento económico e mais igualdade social, designadamente no que toca aos rendimentos das pessoas”.

Como destacou o candidato a deputado – que é também autarca e dirigente associativo –, “o PSD e Rui Rio preferem diminuir a carga fiscal, de forma a criar condições para um maior crescimento económico, que vai gerar mais receitas, para o Estado reforçar o investimento público e os apoios às famílias”.

 

O combate à política de baixos salários é outro dos pontos fortes do programa de governo do PSD, que pretende que o aumento do salário mínimo seja também acompanhado pela valorização dos salários médios, “para segurar os quadros e a mão-de-obra qualificada”.

Ao mesmo tempo, é urgente eliminar “uma das particularidades mais negras do mercado de trabalho em Portugal: a elevada taxa de risco de pobreza e exclusão social das pessoas que trabalham, que é de 30,4%”. O risco de crise social está ainda evidente no aumento mais acelerado do endividamento das famílias, que atingiu os 146,6 mil milhões de euros, regressando aos níveis de 2014.

Para Portugal crescer mais do que o ritmo observado nos últimos anos e de forma sustentada, o programa de governo do PSD defende que é preciso aumentar o investimento público e privado, nomeadamente estrangeiro, exportar mais, conquistar maiores quotas de mercado, criar confiança entre os empresários, tornar as empresas mais competitivas, libertando-as dos custos de contexto e da carga fiscal.

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