Palácio do Raio recebe exposição “Filatelia do Mundo. Entre a Fauna e Flora”

O Município de Braga, em parceria com o Centro Interpretativo das Memórias da Misericórdia, inaugura na próxima Quinta-feira, dia 27 de Janeiro, no Palácio do Raio, a exposição “Filatelia do Mundo. Entre a Fauna e Flora”, que reúne uma mostra de selos de todo o mundo. A exposição pode ser visitada até 12 de Fevereiro.  

 
Imagem Ilustrativa

É da genialidade de um Bracarense que nasce uma das mais belas colecções de Filatelia na esfera da fauna e flora. João Rogério Gaspar Lemos de Medeiros fez uma “viagem” pelo mundo sem sair de Braga e conseguiu reunir alguns dos mais belos selos postais sobre a vida natural. Apaixonado por filatelia, a partir da correspondência por carta, comunicou com conhecidos e amigos em todos os cantos do mundo, conseguindo reunir uma imensa colecção de selos que são hoje uma verdadeira relíquia para todos quantos apreciam a filatelia. Assinalam-se cem anos do nascimento do coleccionador que, de forma tão minuciosa, compilou um pouco da esfera natural em pequenos álbuns, deixando um espólio magnífico e único.  

 
 

Para Altino Bessa, vereador da Câmara Municipal de Braga, “é impossível ficar indiferente a uma colecção desta qualidade, principalmente quando remete para uma temática tão particular. Impressiona a destreza e capacidade organizacional de compilar todos estes selos, mas também a selecção rigorosa e as temáticas escolhidas pelo coleccionador”. 

O vereador explica também que estamos perante um manancial raro de selos e revelador das relações interculturais já existentes à época. “Chegaram por correspondência, estiveram anos guardados e agora é tempo de os mostrar à cidade. De Macau à Suíça, somos convidados a conhecer a fauna e flora do mundo através da Filatelia. Do mundo para Braga e agora de Braga para o mundo, esta colecção pode ser apreciada por todos e, com esta colecção, pretendemos mostrar a beleza e a magnitude da biodiversidade a partir dos selos postais. Trata-se de um processo de recolha e partilha que se pode chamar de interculturalidade ambiental, pela multiplicidade de espécies e correspondência entre diferentes nacionalidades.”. 

 
 

A partir desta exposição pretende-se também sensibilizar para a preservação da biodiversidade e valorização dos ecossistemas naturais, tema que nunca, como hoje, foi tão premente.  

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