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Um elevador avariado, quatro personagens e muita sátira: Braga estreia uma ópera que aproxima Portugal e Brasil

Um elevador avariado, quatro personagens e um encontro improvável entre Portugal e Brasil dão o mote à nova produção da Sinfonietta de Braga.

 


A segunda edição do projeto re:opera estreia a 21 de outubro, às 21h30, no Theatro Circo, com o espetáculo Ópera de elevador, uma criação que cruza a ópera contemporânea com referências da música brasileira, num retrato satírico da imigração, da pertença e das diferenças sociais e culturais.

 
 


Com música de Sofia Sousa Rocha, libreto de Edward Ayres de Abreu e Tatiana Bina e encenação de Manoel Candeias, o espetáculo coloca quatro figuras num elevador de um centro comercial, obrigadas a conviver depois de uma avaria interromper a viagem.


Entre desejos de subir, descer e encontrar novos rumos, as personagens aguardam pelo técnico Ícaro Ascensão, num momento que transforma uma situação quotidiana num palco de humor, reflexão e crítica social.

 
 


A direção musical está a cargo de Rita Castro Blanco e a direção artística é de Joaquim Pereira. O elenco reúne Sara Braga Simões, Lilian Raquel, Mariana Fabião e Nuno Dias, acompanhado musicalmente pela Sinfonietta de Braga.


Depois da estreia em Braga, Ópera de elevador chega à Casa das Artes de Famalicão, a 23 de outubro, também às 21h30.

 


O projeto re:opera pretende aproximar a ópera de novas linguagens e públicos, criando pontes entre diferentes universos musicais e desafiando as fronteiras tradicionais deste género artístico.


Uma produção que promete transformar um simples elevador num espaço de encontro entre culturas, identidades e histórias, com música, humor e muita criatividade.

 

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