Vídeo | Vilar de Mouros 2026 arranca com casa cheia e um festival em evolução
O CA Vilar de Mouros arrancou oficialmente esta terça-feira, 18 de agosto, e trouxe consigo a promessa de mais uma grande edição de um dos festivais mais emblemáticos do país.
Antes da música tomar conta do recinto, uma conferência de imprensa marcou oficialmente o início do festival, deixando clara uma ideia: Vilar de Mouros está em evolução.
A organização apresentou um recinto renovado, com melhorias nos espaços, nas condições para o público e no próprio ambiente do festival, mantendo, ao mesmo tempo, a identidade e a história que fazem de Vilar de Mouros um evento único.
Na apresentação estiveram representantes da organização, o presidente da Junta de Freguesia de Vilar de Mouros, José Maria Lages de Barros, a presidente da Câmara Municipal de Caminha, Liliana Silva, e uma representante do Crédito Agrícola
A expectativa de organização e município é elevada, com a ambição de fazer desta uma das melhores edições de sempre.
E o primeiro dia parece ter dado boas razões para acreditar.
Ao longo da tarde e da noite, milhares de pessoas foram chegando ao recinto, num movimento crescente que atingiu uma dimensão impressionante durante o concerto de Yungblud.
Mesmo com uma perna engessada, o artista britânico não quis faltar ao encontro com os milhares de fãs que o esperavam.
Chegou ao palco numa cadeira de rodas, acompanhado por duas enfermeiras, mas rapidamente mostrou que a lesão não seria suficiente para travar a energia do espetáculo.
Entre momentos a andar ao pé-coxinho por todo o palco e uma enorme interação com o público, Yungblud transformou a sua própria limitação num dos momentos mais marcantes da noite.
No final, acabou novamente transportado numa cadeira de rodas, mas com a missão cumprida: proporcionar um concerto que milhares de fãs dificilmente esquecerão.
E o CA Vilar de Mouros está apenas a começar.
Até dia 22 de agosto, o festival continua a trazer grandes nomes da música internacional, com destaque para Dropkick Murphys, Kasabian, Kaleo, Ben Harper e Body Count.
Vilar de Mouros está vivo, está cheio e, mais uma vez, prova que continua a saber evoluir sem perder a identidade que o tornou uma referência na história dos festivais em Portugal.


