10 DOENÇAS GRAVES ASSOCIADAS AO TABACO

Cerca de metade dos fumadores morre prematuramente: uma perda, em média, de 14 anos de vida, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

 

Sabia que o tabaco pode causar mais de 50 doenças?

 
 

Conheça aqui 10 das mais graves!

AVC hemorrágico – O Acidente Vascular Cerebral hemorrágico é caracterizado pelo sangramento numa parte do cérebro causado por um rompimento de um vaso sanguíneo cerebral. O fumo duplica os riscos de AVC porque causa endurecimento (arteriosclerose) das paredes das artérias e faz com que o sangue fique mais propenso a coagular. Isso Aumenta o risco de AVC. Parar de fumar pode cortar os riscos pela metade. Não importa a idade nem por quanto tempo a pessoa fumou.

 
 

Aneurisma arterial – Um aneurisma é uma dilatação de uma artéria, podendo ocorrer em qualquer região anatómica. A maioria ocorre na aorta – a maior artéria do corpo humano, que tem origem no coração e desce através do tórax e abdómen, acabando por se dividir em dois ramos principais. a maior parte dos aneurismas da aorta ocorre na sua porção abdominal, embora a aorta torácica também possa ser afetada.

Trombose Cerebral – A trombose cerebral é um tipo de AVC, o AVC isquémico, que acontece quando um coágulo de sangue entope uma das artérias do cérebro, podendo levar à morte ou gerar sequelas graves como dificuldades  na fala, cegueira ou paralisia. Esta doença é a principal responsável pelos casos de AVC em pessoas jovens.

 

Distúrbios do sono – Um estudo da Escola de Midicina Charité Berlin, na Alemanha, concluiu que as pessoas que fumam têm mais distúrbios do sono e dormem menos do que os não os fumadores. A culpa é da nicotina. A ausência da nicotina conduz a uma síndrome de privação (com irritabilidade, ansiedade, sintomas depressivos, mal-estar, dores de cabeça, alteração do sono) e forte desejo de consumo.

Hipertensão – Apesar da relação entre o tabagismo e o desenvolvimento de hipertensão arterial seja motivo de controvérsias, existe cada vez mais a evidência clínica de que a exposição a ambientes com fumo pode desencadear esta doença silenciosa que não tem sintomas. Segundo a Sociedade Portuguesa de Hipertensão, fumar provoca um aumento agudo da pressão arterial e da frequência cardíaca, que persiste por mais de 15 minutos depois do consumo de um cigarro. Vários estudos demonstraram que os fumadores apresentam valores da pressão arterial diária mais elevados do que os não-fumadores.

 

Impotência sexual – Os cigarros contêm até 4000 químicos prejudiciais. Estes Agentes venenosos afetam os músculos e as paredes das veias e das artérias, prejudicando a circulação sanguínea. Fumar aumenta em 85% a probabilidade de ter problemas de ereção devido ao aumento da susceptibilidade da formação de placas nas artérias.

Cancro – Fumar um maço de cigarros por dia provoca 150 mutações por ano nas células pulmonares. Um estudo publicado na revista Science em 2016 indica que o tabaco pode causar pelo menos 17 tipos de cancro. A investigação foi conduzida pelo instituto britânico Wellcome Trust Sanger e pelo laboratório Nacional de Los Alamos, nos Estados Unidos.

Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica – A DPOC é uma doença progressiva que se agrava ao longo do tempo e que afeta as vias aéreas e os pulmões e cujos sintomas mais frequentes são a dispneia/falta de ar, esforço acrescido para respirar, sensação de aperto ou necessidade de ar, produção excessiva de muco e tosse crónica. Um dos seus principais fatores de risco é o tabaco. A evidência sobre este facto é completamente assertiva.

Doença Coronária – Segundo a fundação Portuguesa de Cardiologia, os fumadores têm, em média, menos dez anos de vida do que os não fumadores, pois as substâncias do fumo do tabaco afetam órgãos como o coração, ao mesmo tempo que tornam o organismo mais frágil. O tabaco é responsável por 20% da mortalidade por doença coronária. A doença coronária é provocada pela diminuição do diâmetro interno e obstrução das artérias que irrigam o coração, o que origina o consequente défice de assimilação de sangue oxigenado pelo miocárdio.

 

Enfarte do miocárdio – O enfarte do miocárdio é a designação dada a um “ataque cardíaco”. Ocorre quando uma ou mais artérias que irrigam o coração ficam bloqueadas e este órgão não recebe sangue e oxigénio nas quantidades de que necessita. Os principais fatores de risco para um enfarte do miocárdio são o tabaco, uma dieta rica em gorduras, a presença de níveis elevados de colesterol LDL, a falta de exercício físico, o excesso de peso, antecedentes familiares de enfarte, diabetes, hipertensão arterial, o stress e a menopausa.

 

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